26.4 C
Contagem
terça-feira, maio 28, 2024
HomeCadernosGeralJD Vital toma posse na Academia Mineira de Letras

JD Vital toma posse na Academia Mineira de Letras

Date:

Matérias Relacionadas

Edição 1232 24 de Maio de 2024

Edição Online da Edição 1232 do Jornal de Contagem Pop Notícias

Obras na Avenida Maracanã

Uma obra estruturante As milhares de pessoas que passam todos...

Mais acessibilidade e inclusãox’

Facilidade de locomoção A Prefeitura investe para garantir a inclusão...

Aymoré e Arcor presenteiam a cidade

Comemorações O ano de 2024 é marcado por duas importantes...

Oncoclínicas inaugura unidade em Contagem

Considerado um dos maiores grupos de oncologia da América...
Ir para Criarteweb

A cadeira nº 10 da Academia Mineira de Letras passa a ter novo ocupante. O jornalista e escritor JD Vital toma posse como imortal no dia 26 de agosto, em cerimônia restrita para convidados, na sede da AML. Na ocasião, o acadêmico será recepcionado por discurso do acadêmico Danilo Gomes, cadeira nº 01.  A solenidade contará com a participação da centenária Banda de Música Santa Cecília, de Barão de Cocais.

JD Vital foi eleito por 34 votantes no dia 19 de julho de 2021. A cadeira nº 10 tem como patrono Claudio Manoel da Costa. Fundada por Brant Horta, também já foi ocupada pelos jornalistas João Etienne Filho e Fábio Proença Doyle.

Sobre o novo acadêmico J.D. Vital

J.D. Vital formou-se em Filosofia (1971) e em Comunicação Social (1974) pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH), da UFMG. Ingressou no jornalismo como “foca”, no “Diário de Minas”. Depois, trabalhou nas sucursais dos jornais O Estado de S. Paulo e O Globo. No rádio, foi comentarista das emissoras Antena Um e Alvorada. Na TV Manchete, apresentou o programa de entrevistas “Gente de Opinião”. Lecionou Jornalismo Impresso na Faculdade de Comunicação da PUC Minas (1974/75).

Na vida pública, chefiou a Assessoria de Imprensa e Relações Públicas dos governadores Tancredo Neves e Hélio Garcia. Voltou à iniciativa privada como gerente de Comunicação e chefe do escritório da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração – CBMM em Belo Horizonte.
Ex-seminarista, dedicou-se a livros-reportagem sobre a Igreja Católica, com destaque para “Como se faz um bispo, segundo o alto e o baixo clero” (Civilização Brasileira, 2012, 362 páginas) e “A revoada dos anjos de Minas” (Autêntica, 2016, 203 páginas), sobre o fechamento do Seminário Maior de Mariana, em 1966. “É um mistério como a Igreja faz um bispo”, disse Carlos Heitor Cony, também ex-seminarista, em conversa com o autor. Roque Camêllo, então presidente da Academia Marianense de Letras, ressaltou o trabalho de pesquisa e de entrevistas com padres e alunos do seminário naqueles tempos turbulentos pós-Concílio Vaticano II.

No jornalismo empresarial, viajou por vários continentes e lançou publicações, em formato de revista, sobre a CBMM, no Japão, na China, na Europa e nos Estados Unidos. Em 1998, publicou “O sol volta a brilhar sobre a Rússia”, com 80 páginas. Com 100 páginas, “A conquista da América” saiu em 1999.  “Viagem ao centro do mundo”, sobre o Japão, de 1995, teve 90 páginas. “De novo, o Império do Centro”, sobre a China, é de 1998 e mereceu 108 páginas.

Como colaborador, publicou reportagens especiais no jornal Estado de Minas, dentre elas, “Quem calçará as sandálias do Pescador?” (2002), sobre a sucessão do papa João Paulo II (que se transformou em livro por sugestão do embaixador José Aparecido de Oliveira) e “Dever da memória”, sobre a Semana Santa em Jerusalém no ano de 2014 e o holocausto judeu. Na revista Ecológico, publicou “Na floresta dos cedros de Deus” (2017), sobre viagem ao Líbano, e “Uma nova estrela no céu do Vaticano” (2021), sobre o cardeal negro de Washington, dom Wilton Daniel Gregory.

Para o “Jornal da Tarde”, escreveu em 1975, quando morou em Milão, na Itália, “A história de um jogador que comprou um time para continuar jogando”, sobre o polêmico ídolo do Milan, Gianni Rivera.

A convite da Academia Mineira de Letras, fez palestras sobre a China em meados de 1990, em mesa presidida por Dario de Faria Tavares; em 2017 sobre os vinte anos da morte de Dom Oscar de Oliveira, arcebispo de Mariana; e em 2020, em videoconferência, “Um repórter na encruzilhada entre Graham Greene e Papa Francisco”, sobre as hesitações de um escritor à procura de um tema.

Casado com Elmás da Silva Sírio Vital, o casal tem quatro filhos e quatro netos. É presidente emérito da Banda de Música Santa Cecília, de Barão de Cocais, onde nasceu em 1947, Vital também é membro da Academia Marianense de Letras e no discurso de posse, naquela instituição, fez o “Elogio de Dom Viçoso, o santo de Minas”.

 

Últimas Matérias

spot_img
Iniciar Conversa
Precisa de Ajuda?
JORNAL DE CONTAGEM
Olá
Podemos Ajudar