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Inclusão feminina em Minas Gerais

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A Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Participação Social (Sedpac) desenvolve frentes de atuação para estimular a diversidade, desmitificar as diferenças de gêneros e dar mais poder às mulheres em situação de vulnerabilidade.
Nesse contexto, a Sedpac abre o leque de opções e investe em qualificação e formação profissional em áreas como Introdução à Marcenaria, Construção Civil e Medicina Popular. Os cursos oferecidos se estendem até julho deste ano ensinam a assentar azulejos, serrar madeira para moldar brinquedos, estudar as plantas para produzir medicamentos naturais.
O objetivo é implementar políticas públicas voltadas para as mulheres na defesa de princípios democráticos, inclusão, ascensão e a permanência delas no mundo do trabalho. Este é um dos focos do Governo de Minas Gerais para promover o desenvolvimento econômico, cultural e social em todos os territórios de desenvolvimento.
Segundo a superintendente da Sedpac, Renata Rosa, o curso é realizado para

desconstruir o paradigma que define e pré-determina a cor,
o papel e o lugar da mulher na sociedade.

Ainda de acordo com ela, é preciso trabalhar para todas as mulheres e, nesse caso, focando nas necessidades e demandas delas em cada um dos territórios de desenvolvimento para ampliação dos seus direitos sociais.
O curso de Marcenaria será ministrado a 100 alunas dos municípios de Contagem, Lagoa Santa, Santa Luzia, Belo Horizonte, em quatro turmas. As mulheres que concluírem a qualificação profissional vão ser direcionadas para a construção da Casa da Mulher Brasileira.

A formação em Medicina Popular vai possibilitar ampliar conhecimentos em terapias alternativas e saberes populares de manuseio e preparo de plantas medicinais e medicamentos naturais. Busca reforçar as culturas tradicionais mineiras de medicina alternativa nos municípios de Araçuaí, Araguari, Almenara, Ibiá, Minas Novas, Chapada do Norte, Jequitinhonha. Serão 7 turmas para formar 100 mulheres em situação de risco nestas regiões do interior do Estado.

A autonomia econômica e o empoderamento das mulheres, com base na articulação entre a Sedpac, o poder público municipal e demais instituições, são desenvolvidos para atender às demandas específicas focadas na transversalidade e territorialização das políticas públicas de formação profissional do Governo do Estado.

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