sábado, 27 julho

    Mobilidade urbana

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    Nessa semana o prefeito Alex de Freitas assinou duas ordens de serviço referente ao Sistema Integrado de Mobilidade (SIM). Uma o Corredor Norte-sul com 20 quilômetros de extensão que conectará Nova Contagem à Cidade Industrial e a outra ordem, o Corredor Ressaca com extensão de nove quilômetros ligando as avenidas Severino Ballesteros Rodrigues, João Gomes Cardoso, Teleférico, Babita Camargos e General David Sarnoff e benificiará mais de 230 mil pessoas em 121 bairros.
    Obras que tiveram sua viabilidade com a arrecadação do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).
    A mobilidade urbana se apresenta como um dos principais desafios das grandes metrópoles no Brasil e no mundo. O deslocamento de pessoas em direção aos grandes centros em busca de serviços de qualidade, empregos e oportunidades de negócios contribui para a concentração populacional nas grandes capitais e regiões metropolitanas.
    Rapidez e conforto geram maior produção, um funcionário descansado e sem o estress do trânsito rende e trabalha muito mais. Um transporte público eficiente pode ajudar a retirar os carros das ruas e com isso, diminuir a poluição nos centros urbanos.
    É notável a necessidade e a urgência de harmonizar os movimentos de bens e de pessoas com agilidade, eficiência, conforto e segurança, além de mitigar os impactos negativos geradas pelo transporte urbano, especialmente os congestionamentos, os acidentes, a poluição visual, atmosférica e sonora, bem como a exclusão social.
    A mobilidade urbana tem grande impacto na economia local e na qualidade de vida das pessoas. Quando problemática, custa caro ao estado e a sociedade, em virtude das perdas que proporciona.
    Já existem estudos que conseguem medir em valores o custo com doenças respiratórias e estresse, com perdas de materiais perecíveis ou mesmo com os cuidados necessários para sua conservação, com a queda de produtividade em geral, e principalmente com custos decorrentes dos impactos ambientais causados pelas emissões de CO2 na atmosfera advindo dos veículos que utilizam combustíveis fósseis.
    Pensar a mobilidade urbana com mais tecnologia e inovação, é um dos mais urgentes desafios deste século.

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