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Na democracia, as eleições são de fundamental importância. Além de representar um ato de cidadania, possibilitam a escolha de representantes e governantes que fazem e executam leis que interferem diretamente na vida de cada um. Escolher um governante pode representar uma queda na qualidade de vida ou uma melhora significativa. São os políticos os gerenciadores dos impostos a serem pagos. Em síntese, eis algumas boas razões para votar, para escolher, para participar. É preciso dar mais valor a política e acompanhar com atenção e critério tudo que ocorre na cidade, estado e país. O voto deve ser valorizado e ocorrer de forma consciente. Deve-se optar por políticos com um passado limpo e com propostas voltadas para a melhoria de vida da coletividade.
Tudo isso, o leitor assíduo deste espaço já conhece bem. Reiteradas vezes, neste período de campanha, o que se pregou aqui foi exatamente o voto consciente, responsável acima de tudo. Hoje, às vésperas de mais um pleito, respeitando todos os valores, tratamos atrevidamente de como votar conscientemente, mesmo sabendo que a verdade é dona de si mesma.

Em primeiro lugar deve-se aceitar a ideia de que os políticos não são todos iguais. Existem os dedicados, os que procuram fazer um bom trabalho no cargo que exercem, mas existem também os corruptos e os incompetentes. Ora, é preciso aprender a separar o joio do trigo, a identificar o bom político, escolher o melhor representante. Para isso, é importante acompanhar os noticiários, com atenção e critério, para saber o que nosso representante anda fazendo. Pode-se ligar ou enviar e-mails perguntando ou sugerindo ideias para o seu representante. Caso verifiquemos que aquele político ou governante fez um bom trabalho e não se envolveu em coisas erradas, vale a pena repetir o voto. A cobrança também é um direito que o eleitor tem dentro de um sistema democrático.

Nestes poucos dias que que antecedem ao pleito, é preciso entender projetos e propostas de quem se pretende votar,questionar os recursos disponíveis, as promessas anteriores, o partido político que ele pertence. Até entrar na cabine de votação, onde está a urna eletrônica, o eleitor pode refletir, pode decidir, pode mudar de opinião, sabendo sempre que é dele a última palavra numa democracia. Por mais irreal que isso possa parecer, é na solidão da escolha que repousa a força da chamada democracia.
Claro que votar conscientemente dá um pouco de trabalho, porém os resultados são sempre positivos. O voto, numa democracia, é uma conquista do povo e deve ser usado com critério e responsabilidade. Votar em qualquer um pode ter consequências negativas sérias no futuro, sendo que depois é tarde para o arrependimento. Pense, reflita, decida e se orgulhe de contribuir para a construção de um estado melhor, de um país melhor, de uma vida melhor. Eleitor, com você, a ultima palavra.

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