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Falta pouco. Na realidade, faltam menos de três dias para que o eleitor brasileiro volte às urnas para eleger o próximo presidente da República. Em treze estados e no Distrito Federal, vão escolher também os governadores, já que a definição não foi possível em primeiro turno.

Domingo, 28 de outubro, o eleitor terá que voltar às urnas para confirmar o voto dado no primeiro turno ou para fazer uma nova opção, entre o petista Fernando Haddad ou o capitão da reserva do Exerito Brasileiro, Jair Bolsonaro, (PSL), que durante a campanha deste segundo turno, nada mais fizeram que atacar um ao outro; que desqualificar o oponente; que tentar transformar versões em verdades absolutas.

Nas ruas, nas rodas, ouvia-se de tudo, dependendo das cores partidárias de cada emissor. O melhor plano tem o pior candidato e o melhor candidato tem o pior plano. A terceira via seria a solução. O brasileiro deveria anular o voto para mostrar que todos os candidatos são ruins, não têm propostas, apenas interesses. Talvez assim anularíamos a eleição e a Justiça Eleitoral teria que convocar um novo processo. Doce ilusão.

Militantes mais vorazes se engalfinharam, se agrediram moral e fisicamente para atacar/defender seu candidato.

Enquanto isso, eles, suas senhorias, os candidatos – claro que seus assessores pagos a peso de ouro – faziam o mesmo, sem sujar as mãos de sangue, sem derramar lágrimas, sem transpirar. Acusar, maltratar, agredir, desmascarar e tantos outros verbos conjugados à força. Tudo pelo poder.

E mais uma vez – não pode ser diferente nunca – o que se pede é que o eleitor compareça às urnas, faça uma escolha consciente, exercite o seu direito de escolher, pois com isso estará preservando e valorizando uma de nossas maiores conquistas, a democracia. O povo brasileiro pode até errar ao escolher este ou aquele candidato, mas não pode se permitir pecar pela omissão, que o comodismo entregue o poder a quem não merece, a quem não vai olhar para a imensa população brasileira e ali enxergar pessoas, seres humanos, gente de bem. Façamos a nossa parte. O Brasil agradecerá.

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