quinta-feira, 18 julho

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    A campanha eleitoral para o governo de Minas Gerais começou ontem (16/08), ainda às voltas com a divisão do PSB e à espera de uma decisão dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a candidatura de Marcio Lacerda a governador do estado. Caberá à corte dar uma solução para o impasse que embolou a disputa pelo Palácio da Liberdade.

    Na terça-feira (15), Enquanto a direção municipal da legenda protocolava a candidatura do ex-prefeito Márcio Lacerda, integrantes da direção estadual questionavam o ato e reforçavam a aliança em torno da reeleição de Fernando Pimentel (PT).

    O documento apresentado inclui o nome do deputado estadual Adalclever Lopes (MDB) para vice-governador e o do deputado federal Jaime Martins (Pros) para senador. A chapa tem a participação ainda do PDT, PV, PRB e Podemos.
    Os ministros do TSE vão definir se foi válida a intervenção do PSB nacional, que destituiu a direção da legenda e aprovou a aliança com o PT. Em caso positivo, a candidatura de Lacerda estaria descartada, já que a convenção nacional do PSB anulou a convenção realizada pela direção destituída e aprovou a aliança com o PT.
    Em nota, Lacerda disse acreditar na vitória na Justiça Eleitoral.

    Após cumprir todos os procedimentos legais para tal ato, neste momento confio na Justiça e em sua celeridade para que possamos confirmar definitivamente a aprovação do registro, afirmou.

    O TRE-MG informou que foram apresentados 2.217 pedidos de registro de candidaturas em Minas para os cargos de governador, senador e deputados federal e estadual. É o maior número da história das eleições gerais no estado.

    Pimentel e Anastasia trocam farpas

    Os dois principais adversários na disputa pelo governo de Minas Gerais, o governador Fernando Pimentel (PT) e o senador Antonio Anastasia (PSDB), trocaram farpaz durante o primeiro debate televisivo realizado na quinta-feira (16/08), pela Band. Eles apontaram erros e defenderam as gestões de ambos os partidos no estado nos últimos anos.
    Enquanto Anastasia e Pimentel se enfrentavam em questionamentos sobre as finanças do estado, os demais candidatos aproveitaram o debate e se apresentaram como terceira via na disputa pelo governo.
    Marcio Lacerda evitou confrontos diretos com Anastasia e Pimentel e tentou reforçar sua candidatura como terceira força nas eleições. João Batista Mares Guia confrontou as administrações de PSDB e PT em Minas. Dirlene Marques criticou o atual governo e se colocou como representante das mulheres. Claudiney Dulim quis se aproximar dos telespectadores e chegou a se emocionar nas considerações finais.

    Já no primeiro bloco, com perguntas e respostas entre os candidatos, houve polarização na disputa entre PT e PSDB. Anastasia deu início ao debate com questionamento direto ao petista sobre a situação do atual governo e citou aumento de impostos, afirmando ser o contrário do proposto por Pimentel durante campanha.

    No segundo bloco do debate, os candidatos responderam perguntas enviadas à Band por eleitores que acompanham os veículos do grupo de comunicação.

    Na terceira parte, os candidatos responderam perguntas de jornalistas do Grupo Band.

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