sexta-feira, 12 julho

    Dia do trabalhador

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    O Dia do Trabalho é comemorado em 1º de maio. Celebrado no Brasil e em vários países do mundo, teve como nascedouro, as ruas de Chicago, em 1º de maio de 1886. Naquela época, milhares de pessoas tomaram as ruas daquela cidade, reivindicando melhorias nas condições de trabalho.
    Mais uma vez, Contagem, uma cidade de trabalhadores, será palco da celebração da 47ª Missa pelo Dia do Trabalhador.
    A tradicional Celebração Eucarística volta a ser celebrada na Praça da Cemig, em Contagem, às 8 horas da manhã, e será presidida pelo bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte, dom Nivaldo dos Santos Ferreira, e concelebrada pelo vigário Episcopal da Região Episcopal Nossa Senhora Aparecida (Rensa), padre Dinamar Gomes Pinto, e pelos sacerdotes da Região.
    Todos os fiéis da Arquidiocese, especialmente das dezenas de paróquias da Rensa, são convidados a participar deste grande momento de fé e comunhão com milhares de trabalhadores que aproveitam para agradecer a São José, protetor dos operários, pelas graças alcançadas.
    Como em anos anteriores, são esperadas milhares de trabalhadores, que além das orações e agradecimentos, deverão contar com o reforço das centrais sindicais que certamente vão aproveitar a comemoração para alçar algumas faixas, fixar cartazes e distribuir cartilhas com teor de reivindicação e protestos..
    Os trabalhadores que estarão na Praça da Cemig na manhã do próximo 1º de Maio serão chamados
    também a refletir sobre o verdadeiro papel de cada um no processo de transformação da sociedade.
    É hora de pensar na missão de cada um na construção de um Brasil melhor, mais produtivo, mais democrático – em todos os sentidos -, mais igualitário, especialmente no tocante às oportunidades. É hora de abandonar a inércia da reflexão e assumir a operação dessa máquina chamada nação com os olhos voltados para o coletivo. É hora de cuidar mais do esforço produtivo do que do cartão de ponto; de pensar mais no trabalhador como agente da própria história e menos no empregador, especialmente aquele voltado para a exploração. Hora de agir.

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