quarta-feira, 24 julho

    Hora da verdade

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    Chegou o momento. No próximo dia 7 de outubro os brasileiros vão às urnas para definir quem ocupará a Presidência da República pelos próximos quatro anos, quem será o vice, qual será o senador escolhido, quem será eleito o governador do Estado e quem serão os deputados federais e estaduais. Mas caso a eleição para os cargos de presidente e senador, não se defina no dia 7, voltamos às urnas para o segundo turno, marcado para dia 28 de outubro

    Estamos iniciamos mais uma campanha eleitoral, sem a prometida e esperada renovação. Nada de novo! Nada além dos velhos personagens, com seus ultrapassados esquemas e artimanhas. E a vida vai sendo violada, desrespeitada e massacrada, no exercício da política.

    Como sempre acontece, candidatos vão invadir Contagem em busca de votos, apenas votos, de preferência sem qualquer responsabilidade. Aqui, neste espaço do Jornal Contagem, o cidadão se beneficiou de alertas constantes sobre os chamados candidatos paraquedistas, que pousam em terras contagenses apenas nesta época, de olho na vitória nas urnas, esquecendo do município e sua gente no mesmo instante em que os votos são lidos e computados.

    É chegada a hora da verdade. Hora de agir com cidadania. O exercício da cidadania, mediante o voto, deve sempre acontecer de forma consciente. Os recentes episódios de corrupção eleitoral nos planos federal, estadual e municipal reforçam esta convicção. A omissão das pessoas conscientes e corretas nas disputas eleitorais faz com que políticos inescrupulosos sejam eleitos e coloquem seus interesses particulares, e de grupos, acima dos interesses coletivos.

    O brasileiro está menos paciente, não está mais disposto a fugir da luta e muito menos continuar deitados em berço que teima em ser esplêndido, apesar do tratamento que lhe é dedicado.
    O que se espera no dia 7 de outubro é que o eleitor valorize quem deve ser valorizado e possa escolher motivado por razões éticas, solidárias e não por interesses mesquinhos a partir de análises simplistas, por resultado de negociatas, de trocas inaceitáveis realizadas sob argumentação impublicável.

    Ao cidadão, ao eleitor, exige-se que seja honesto; o mais honesto possível na hora da eleição, na hora da verdade.

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