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Caminhos para evitar a escassez hídrica

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Bandeira vermelha

A falta de chuva em diversas regiões do país aponta para uma possibilidade alarmante: a escassez hídrica e a possibilidade de racionamento de água e do tão temido apagão. A crise hídrica é a pior dos últimos 91 anos e o cenário energético está cada vez pior. A estimativa é que a bandeira vermelha, que sinaliza a baixa nos reservatórios e eleva o custo da tarifa de energia, está no patamar dois e deve permanecer assim até o fim deste ano.
Segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), 90% dos empresários brasileiros estão preocupados com a crise, sendo que o principal receio é o aumento do custo da energia (83%). O estudo aponta também que 63% dos empresários temem o risco de racionamento e, 61%, da possibilidade da instabilidade ou interrupção no fornecimento de energia.
Em Minas Gerais, para auxiliar os empresários e a população a pensarem e adotarem posturas mais conscientes quanto à utilização dos recursos hídricos, a FIEMG lançou a campanha Escassez hídrica e energética – A indústria precisa agir. Márcio Danilo Costa, presidente do Conselho de Energia da FIEMG e vice-presidente da Federação mineira, pontua que a iniciativa tem o objetivo de sensibilizar e oferecer soluções para o setor produtivo. “A disseminação de informações sobre a crise hídrica que estamos vivendo – a pior dos últimos 91 anos, é fundamental para sensibilizarmos a todos, e que cada um faça sua parte para superar este desafio, racionalizando o uso da água e da energia”, explica.
Segundo Costa, a Federação apoia o setor produtivo no uso consciente dos recursos hídricos por meio da promoção de reuniões com Grupos Técnicos das indústrias, do acompanhamento das condições do atendimento do sistema elétrico e dos níveis dos reservatórios. “Também contribuímos com a Consulta Pública 114/21 do Ministério de Minas e Energia (MME), enviando proposições de medidas para enfrentamento da crise”, esclarece. A consulta pública teve o intuito de debater a redução voluntária de energia voltada para as indústrias que estão no mercado livre de energia.

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