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Neste ano, o setor de turismo em Minas Gerais tem mantido o volume de postos de trabalho, após um período de queda acentuada. Em junho, 276.813 trabalhadores estavam registrados na atividade, o que representa estabilidade tanto em relação a maio deste ano (-0,04%), quanto ao saldo apurado no mesmo mês de 2017 (-0,3%). Grande parte da mão de obra (146.013 empregados) está na área de restaurantes e similares.

Os números fazem parte do estudo “Indicadores de Empregabilidade no Turismo”, elaborado pela Fecomércio MG, com base nos dados levantados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a partir do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. O objetivo é retratar a evolução desse mercado de trabalho, que movimenta diversos segmentos e muitos municípios mineiros.

A pesquisa revela uma boa capacidade de recuperação do setor, de um modo geral.

O turismo sentiu muito o impacto da crise, com fechamento sistemático de vagas desde 2015, aproximadamente. Agora percebemos uma retomada mais consistente e muito importante para o setor, observa o coordenador da área de Negócios Turísticos da Fecomércio MG, Danilo Manna.

Em Minas Gerais, a taxa de empregabilidade se concentra no segmento de hospedagem e alimentação (64,4%), seguido por transporte de passageiros (31,9%), cultura e lazer (2,2%) e agentes de viagens (1,5%). “A recente desvalorização do real frente ao dólar poderá estimular ainda mais as famílias a optarem pelas viagens domésticas em detrimento das internacionais, incrementando o desempenho do setor em Minas”, completaManna.
Segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), até maio, o volume de atividades turísticas no Estado cresceu 1,7% no acumulado do ano e 2,3% no acumulado em 12 meses.

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