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Juros mais baixos

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Entidades empresariais criticaram na quarta-feira (1º) a demora para os juros baixos chegarem ao consumidor final. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) destacou que, mesmo a taxa básica de juros estando em níveis historicamente baixos, a queda ainda não foi plenamente percebida nos custos dos empréstimos.
Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) salientou que os juros reais brasileiros ainda estão muito altos, se comparados à média internacional, afetando a competitividade do país.

A questão primordial, porém, é que a queda da taxa básica de juros não chegou na mesma proporção às operações de crédito para pessoas físicas e jurídicas, pois os spreads bancários continuam muito elevados, apesar da leve trajetória descendente atual, destacou a entidade.

De acordo com a Abit, estima-se que famílias, empresas e governos deverão pagar, neste ano, cerca de R$ 800 bilhões em juros,

o que caracteriza uma transferência brutal de renda, que tira dinheiro dos setores produtivos e do consumo, mitigando o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos no país).

A Associação Brasileira da Indústria Gráfica cobrou ações do Banco Central para que a taxa de juros real seja reduzida a patamares compatíveis com a Selic. De acordo com a entidade, os bancos praticam taxas de crédito muito altas, e isso impede novos investimentos para aumentar a competitividade e elimina a chance das empresas renegociarem suas dívidas.

Todo o mercado bate na mesma tecla, e o BC (Banco Central) não age. Adotar o Cadastro Positivo, atrair bancos estrangeiros para operar no país e incentivar o crédito via internet são apenas algumas das ferramentas que o governo dispõe para ajudar o setor produtivo a crescer, destacou em nota.

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