23.8 C
Contagem
segunda-feira, junho 24, 2024
HomeCadernosEconomiaSiderurgia estima perdas

Siderurgia estima perdas

Date:

Matérias Relacionadas

Rayza Almeida para o Gata Dmais – Por João Paulo Dias

Meu nome é Rayza Almeida(almeira_rayzaaxz), tenho 20 anos, estou...

Edição 1234 21 de Junho de 2024

Edição Online da Edição 1234 do Jornal de Contagem Pop Notícias

Obras de mobilidade na BR-381

Desenvolvimento Contagem não para. Após articular, em Brasília, uma reunião...

Restauração do Centro Cultural

Cuidado com o patrimônio Na última semana a Prefeitura deu...

Procon Câmara bate recordes em atendimentos

Referência em defesa do consumidor desde sua inauguração, em...
Ir para Criarteweb

A indústria siderúrgica brasileira, que já vinha enfrentando dificuldades após a crise econômica iniciada em 2015, espera um cenário ainda mais complexo de perdas de até R$ 3,5 bi após as medidas tomadas pelo Governo Federal na tentativa de solucionar a crise dos caminhoneiros, é o que garante o presidente do Sistema FIEMG, Flávio Roscoe. O setor emprega mais de 100 mil colaboradores e corresponde a 6,9% do Produto Interno Bruto industrial de Minas Gerais.
Em encontro com a imprensa, na sede da Federação, o líder empresarial enfatizou a preocupação com a situação do setor industrial, em especial a indústria do aço.

No atual quadro, tivemos vários efeitos danosos da crise dos combustíveis para o setor, como a redução da alíquota do Reintegra de 2% para 0,1%, pontuou.

Roscoe explicou que o Reintegra é uma compensação por carga tributária oculta que realiza o ressarcimento desses tributos para exportadores. “Ninguém exporta impostos, por isso a importância desse programa. E ao reduzir o Reintegra, tiramos dinamismo de vários setores para exportar, como consequência, essas empresas ficam menos competitivas, são gerados menos empregos e, obviamente, menos impostos,” disse.
O líder empresarial também confirmou no encontro o posicionamento da FIEMG frente à outras medidas tomados pelo Estado na tentativa de debelar a crise, como o Tabela Mínima de Frete.

A postura da administração da Federação é a de judicializar os temas que não houver mais chances de negociação. Estamos com ações prontas contra, principalmente, dois temas importantes após a crise dos combustíveis, que são o Reintegra e a tabela de Valor Mínimo de Frete, que viola claramente a Constituição, reiterou Roscoe.

Siderurgia – O presidente executivo do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes, alertou que o setor que apelou para a judicialização para reversão das medidas tomadas pelo Governo Federal com o intuito de dar previsibilidade ao mercado para 2019. “Nós trabalhamos com a ideia de judicialização, porque entendemos que a única maneira efetiva para se acabar com o Reintegra seria um Reforma Tributária bem executada, não apenas em uma canetada,” comentou.

Últimas Matérias

spot_img
Iniciar Conversa
Precisa de Ajuda?
JORNAL DE CONTAGEM
Olá
Podemos Ajudar