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Nova tarifa da Cemig

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologou as novas tarifas da Cemig durante o ciclo da 4ª Revisão Tarifária da empresa. O índice determinado para os consumidores residenciais da empresa é de 18,53% e passará a vigorar a partir de segunda-feira (28/5). No ano passado, as tarifas da Cemig tiveram uma redução média de 10,66%, conforme definido pela Aneel na ocasião.
O índice médio do reajuste para os consumidores definido pela Aneel foi de 23,19%. Já os clientes atendidos em alta tensão (clientes industriais e comerciais de médio e grande porte) terão as contas reajustadas em 35,56%. Em 2017, esses clientes tiveram uma redução média da tarifa de 21,04%.
O gerente de Tarifas da Cemig, Giordano de Pinho, afirma que mais de 80% do reajuste definido pela Aneel se refere a itens que não estão sob a gestão da companhia.  O estado crítico dos reservatórios brasileiros influenciou o preço do custo da energia e refletiu na decisão da Aneel para a tarifa da empresa.

A maior parte do índice se refere ao alto custo de compra da energia em função do baixo nível dos reservatórios brasileiros nos últimos anos, especialmente no segundo semestre de 2017. Além disso, o acionamento das usinas térmicas contribuiu para elevar ainda mais o custo de geração no país. As usinas térmicas utilizam combustíveis fósseis, o que torna a geração de energia mais cara. O mecanismo das bandeiras tarifárias, que tem o objetivo de cobrir parte desses custos, não foi suficiente e a companhia teve uma despesa adicional superior a R$1 bilhão para garantir o fornecimento de energia dos consumidores mineiros, explicou.

Outros fatores que impactaram a decisão da Aneel no reajuste das tarifas dos mineiros o custo de transporte e os encargos setoriais que interferem na tarifa. “Do valor total do reajuste médio (23,19%) definido pela Aneel, apenas 4,30% ficam com a Cemig Distribuição”, afirma.

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