Mercado Central do Mineirinho

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Foto: Reprodução/Internet

Foi oficializado na sexta-feira (15) a concessão de uso de uma área de mais de 6 mil m² nos sexto e sétimo andares do Ginásio Mineirinho para instalação do Mercado Central do Mineirinho. O contrato foi assinado pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Esportes (Seesp). A empresa Nutribom Indústria e Comércio Ltda., vencedora do pleito, terá direito a utilizar o espaço até dezembro de 2027 e destinará ao estado uma quantia de R$ 8.629.971,00.
Para o secretário de Estado de Esportes, Arnaldo Gontijo, que assinou o contrato, esse é o primeiro grande passo para melhorias no ginásio que recebeu, em seus 37 anos de existência, inúmeros eventos esportivos de importância internacional, além de shows musicais com grandes públicos.

Ao longo dos últimos tempos estávamos buscando soluções que pudessem tornar o Mineirinho ainda melhor para a população. A assinatura desse contrato e a instalação do Mercado Central do Mineirinho é um passo importante, a primeira grande intervenção no local desde a ditadura militar, comenta Gontijo.

Segundo o secretário, o objetivo é de que os recursos oriundos da cessão do espaço para uma nova atividade, ainda que não seja esportiva, sejam revertidos em prol do próprio Mineirinho, de sua reestruturação e das políticas esportivas do estado.
A previsão é de que o funcionamento do Mercado Central do Mineirinho se inicie em abril do ano que vem, contando com 150 lojas, estacionamento privativo, espaço gourmet, área de convivência e espaço kids.
Denisson Coelho, superintendente do empreendimento, ressalta que a instalação do mercado é um marco para a cidade.

Nesse momento em que a gente tem diversas notícias desfavoráveis, trazemos uma oportunidade de crescimento, desenvolvimento e criação de empregos.

A expectativa é de que 2 mil postos de trabalho diretos e indiretos sejam criados com o novo mercado.

A gente acredita que diversos comerciantes poderão expandir
seus negócios lá. Vamos criar muitas oportunidades para as
pessoas e para a região onde a gente vai se instalar, afirma Coelho.

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