Eficiência da Copasa

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Reunião foi para celebrar o prêmio de melhor empresa do setor de água e saneamento (Manoel Marques/Imprensa MG)

A Copasa realizou encontro que contou com a presença do governador Fernando Pimentel, além de membros da diretoria, superintendências e dos conselhos Fiscal e de Administração da empresa para celebrar os prêmios de “Empresa Destaque do Ano de Minas Gerais”, conferido pela revista Mercado Comum neste mês de outubro, e de melhor empresa do setor de Água e Saneamento concedido pelo Jornal Valor Econômico, em agosto.
Durante a reunião Fernando Pimentel destacou que as premiações são mérito da Copasa e “fruto do trabalho de recuperação da condição de ser eficiente”. “Não nos movimentamos na direção de ganhar esses prêmios. Eles aconteceram como resultado natural do trabalho, e isso tem que ser motivo de orgulho para nós”, disse.
Pimentel também destacou a importância de planejar ações a longo prazo para reverter o regime escasso de chuvas e minimizar os efeitos das mudanças climáticas. “Temos que planejar o uso da água, incentivar o reuso, fazer campanhas permanentes de economia desse bem, apertar mecanismos de controle de uso indevido, recuperar nascentes. A Copasa tem condições de fazer isso. Hoje, mais da metade do estado tem problemas hídricos, sendo atendidos pela Copasa ou não”, completou.

Equilíbrio – Queria destacar a premiação que ganhamos e a que vamos
receber devido à recuperação econômica da empresa. Chegamos à diretoria, em 2015, com crescimento de despesas e dívidas, além de baixa arrecadação. Aquele foi um ano tenso para a nossa equipe e precisamos fazer ações para retomar o equilíbrio, lembrou a presidente da Copasa, Sinara Meireles ao destacar a retomada de eficiência da companhia e a reestruturação implementada a partir de 2015 para enfrentar a crise hídrica daquele ano e a situação financeira interna.

Ela acrescentou que a Copasa cortou 25% dos cargos de confiança, reduziu o número de diretorias e implementou ações de maior rigor nas compras para reduzir custos. Para ela, o desafio agora é “impulsionar projetos estruturantes, já que temos um período de seca que não será revertido pelo menos em curto prazo”. Entre os projetos está a estruturação de equipes socioambientais para serem interlocutores junto a ONGs, prefeituras e comitês de bacias e planos para o semiárido mineiro.

Presente em 635 municípios mineiros (74,4% do total de 853), a instituição atende uma
população estimada em 11,5 milhões de pessoas e emprega cerca de 11,5 mil pessoas.

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