Contagenses vencem TRI-e

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Estudantes do colégio Santo Agostinho - Contagem, vencedores da edição 2017 do Tribunal Internacional Estudantil (TRI-e) (Divulgação)

“Pode um Estado construir um muro em suas fronteiras como medida protetiva de combate à imigração ilegal e refúgio?”. Com tese contrária a essa idéia, a equipe formada por alunos da unidade de Contagem do Colégio Santo Agostinho, que representou a Argélia, foi a vencedora da edição 2017 do Tribunal Internacional Estudantil (TRI-e), promovido pela Escola Superior Dom Helder Câmara, na final realizada no dia 21 de outubro, em Belo Horizonte. Eles levaram a preferência do corpo de juízes, com placar de 7×2 em relação à equipe composta por estudantes de Direito da Dom Helder, representante da Costa do Marfim, que ficou com a segunda colocação.

O TRI-e tem como finalidade promover a pesquisa, o estudo e o debate sobre fatos relacionados ao Direito Internacional. Para elaborar o posicionamento com relação a questão proposta nesta edição, as equipes consideraram o contexto histórico, econômico e social do país representado, analisando também sua legislação e atuação no cenário internacional.

A equipe do Colégio Santo Agostinho, orientada pelo professor de Geografia Márcio Rocha, é formada pelas alunas Laís Bitencourt Coelho e Luiza Batista Belém, do 2º ano; Camila Loureiro Muller Netto, do 3º ano; e os ex-alunos Augusto Sérgio Lima Jesus e Ana Clara Fernandes Alves, atualmente estudantes de Direito na Dom Helder. O TRI-e teve início em maio e foi composto por sete etapas. Até chegar à vitória, os alunos disputaram com 151 instituições inscritas.

Todos participam, com muita dedicação, das oportunidades que a escola oferece na qualificação das habilidades exigidas em um tribunal como este. A conquista de chegar em uma final é motivo de grande orgulho. Parabéns aos nossos representantes, disse Aleluia Heringer, diretora do Santo Agostinho – Contagem.

Os vencedores foram premiados com uma viagem à Corte Internacional de Justiça, em Haia, na Holanda. Principal órgão judiciário da ONU, a corte tem como função julgar as disputas entre países.

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