Agricultura familiar

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Produção de queijo pela agricultura familiar. Data: 09-02-17 Local: Vespasiano Foto: Omar Freire/Imprensa MG

Apoiar a população residente na zona rural, em especial as mulheres, é uma das prioridades do Governo de Minas Gerais. Prova disso é que está em andamento o diagnóstico sobre a situação das trabalhadoras rurais do estado. Desenvolvido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário (Seda) e a Fundação João Pinheiro (FJP), o estudo vai embasar futuras políticas públicas que atendam às reais necessidades das mulheres do campo.

A nossa secretaria tem um olhar voltado para a infraestrutura e comercialização da agricultura familiar, à produção agroecológica, agroindústria familiar e ao cooperativismo. Dentro deste contexto, nós entendemos que é de fundamental importância a valorização da mulher e fortalecimento da mulher do campo. É ela quem produz e, muitas vezes, está à frente da liderança do negócio, enfatiza o secretário da Seda, Professor Neivaldo.

A pesquisa está em andamento em duas frentes. Uma delas vai construir um retrato inicial da situação socioeconômica das trabalhadoras rurais em Minas Gerais a partir da análise de dados quantitativos secundários. A intenção é identificar, afinal, quem são as mulheres do campo, suas trajetórias de vida, de lutas e de trabalho com a terra.

 

Em todas as nossas ações e pautas temos um olhar especial para a valorização do trabalho da mulher do campo, acrescenta Professor Neivaldo.

Em seguida, o objetivo é o levantamento, a sistematização e a análise de dados primários, quantitativos e qualitativos, que preencham as lacunas identificadas e permitam a construção de um segundo retrato da situação socioeconômica das trabalhadoras do campo de Minas Gerais, mais elaborado e completo do que o primeiro.
“A pesquisa segue em execução. O trabalho de campo foi realizado entre novembro e dezembro do ano passado. As transcrições das entrevistas realizadas em campo foram feitas e revisadas”, destaca a pesquisadora do Centro de Estudos de Politicas Públicas da FJP e coordenadora da pesquisa, Marina Alves Amorim.

 

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