Tempos de resistência

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Com a presença de autoridades, militantes das causas sociais, familiares e amigos, o deputado Durval Ângelo lançou, na última quarta-feira (14), no teatro da Assembleia, seu novo livro: Tempos de resistência – escritos políticos 2016 . A obra dá continuidade aTempos Sombrios: escritos políticos 2015, lançado no final do ano passado. Com apresentação do ex-presidente Lula, prefácio do ator Bemvindo Sequeira e comentário do teólogo e escritor Leonardo Boff, Tempos de resistência reúne uma compilação de artigos publicados pelo autor no decorrer deste ano, no jornal O Tempo e nos sites Pautando Minas, Brasil 247 e GGN (Blog do Luiz Nassif).
Incluindo também comentários nas redes sociais e pronunciamentos de Durval Ângelo na tribuna do Legislativo mineiro, o livro foi organizado cronologicamente, em uma espécie de diário de bordo, resultando em importante registro dos principais acontecimentos políticos estaduais, nacionais e internacionais, nos últimos meses.

De todos os livros que publiquei no decorrer de mais de 30 anos, este foi, sem dúvida, o mais difícil de ser escrito, pois a cada artigo, sofríamos ao retratar a consumação do golpe e os muitos retrocessos sinalizados pelo governo ilegítimo em tão curto espaço de tempo,

afirmou o autor durante o lançamento. Em outros textos, ele aborda questões da política mineira, principalmente as relacionadas ao Governo Fernando Pimentel, do qual é líder na Assembleia Legislativa.
Entre os temas tratados, está a tentativa de afastamento do governador.

Falo das artimanhas da oposição para desestabilizar o governo de esquerda de Fernando Pimentel em Minas Gerais. Para isso, os inconformados com a derrota nas eleições apoiam-se em uma questionável operação da Polícia Federal que, eivada de vícios e irregularidades, não esconde seu objetivo de afastar um governador democraticamente eleito com mais de cinco milhões de votos, explica.

Apesar de retratar um cenário, de certa forma, desolador, Durval Ângelo destacou é preciso manter a chama da esperança acesa. “Precisamos manter a capacidade de indignação e mobilização para dizer não ao retrocesso e a partir desta negativa, construir um novo tempo. São esses caminhos de resistência a principal tônica desta nova publicação. Caminhos que vêm sendo trilhados por movimentos tradicionais de luta e pelos jovens nas ocupações, dentre outras mobilizações”, resume.

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