A força e o caminho

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O 5S na rotina pode ser praticado de forma leve, vendo e agindo, a partir de iniciativas individuais. Desse modo, as pessoas asseguram as condições fundamentais para a manutenção da qualidade.
No entanto, ao seguir padrões ou realizar melhorias simples, é comum encontrar desafios ou ter ideias que uma pessoa não pode atender. Por vezes, precisamos de competências variadas.
Para isso são formadas as Equipes 5S. Equipe é diferente de grupo. Em um grupo, não há adequada integração das competências para atender um desafio maior. Na equipe, cada pessoa faz a sua parte, conforme é capaz de fazer, mas complementando, em sinergia positiva, o que outras pessoas fazem.
Quando a equipe é bem articulada, ela tem força para realizações maiores do que a ação individual de seus membros. Tem força, mas não tem garantia do resultado esperado.
Para aplicação adequada da força da equipe é preciso método.
O PDCA é o método. Método significa caminho para se chegar a uma meta.
PDCA vem de cinco palavras inglesas: Plan (Planejar); Do (Desenvolver, fazer); Check (Checar); Act (Agir).
É subdividido em oito etapas: 1) Identificação do que se vai fazer; 2) Observação, coletando dados; 3) Análise dos dados; 4) Plano de Ação; 5) Execução do Plano de Ação; 6) Verificação dos impactos; 7) Padronização para não perder o que se conseguiu; 8) Conclusão para encerrar com crescimento pessoal e da equipe para assumir um desafio maior.
Dependendo do desafio, o PDCA pode ser rodado em semanas, meses ou semestres pelas Equipes 5S. Porém, não é ferramenta só para desafios complexos. Para atravessar uma rua, rodamos o PDCA completo. Em alguns segundos, passamos pelas oito etapas.
Wagner Matias de Andrade – www.5s.com.br

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